Produto fitoterápico importado pode se enquadrar em uma categoria de registro sanitário mais rigorosa que um suplemento alimentar comum, especialmente quando alega efeito terapêutico específico, e tratar essa importação com o mesmo processo simplificado usado para suplementos convencionais é um erro que pode inviabilizar a comercialização legal do produto.
Como identificar a categoria regulatória correta do fitoterápico antes de importar
| Tipo de alegação do produto | Categoria regulatória correspondente na Anvisa |
|---|---|
| Alegação nutricional simples, sem efeito terapêutico específico | Processo mais próximo do registro de suplemento alimentar comum |
| Alegação de efeito terapêutico específico da planta | Processo de registro de medicamento fitoterápico, mais rigoroso |
Como a validade curta do produto interage com o prazo de desembaraço aduaneiro
Produto fitoterápico com validade naturalmente curta pode perder parte relevante do prazo de comercialização se o desembaraço aduaneiro demorar mais do que o esperado, tornando importante negociar prazos realistas com o despachante e considerar essa perda potencial no planejamento do lote.
Como o fornecedor internacional precisa fornecer laudo de composição da planta
Fornecedor de fitoterápico com experiência em exportar para o Brasil costuma ter disponível o laudo de composição e origem da planta exigido pela regulamentação brasileira, o que agiliza o processo de registro em comparação com um fornecedor sem essa documentação organizada.
Como monitorar a validade e o giro do lote importado juntos
Uma ferramenta como o Estocômetro ajuda a acompanhar o giro de fitoterápicos importados considerando a validade mais curta da categoria, apoiando decisões mais precisas sobre o volume do próximo pedido de importação.
Veja o processo completo de importação para e-commerce no guia completo de importação para e-commerce.
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